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Entretém…
Jun 3rd, 2016 by M.J. Ferreira

Nao consigo estar muito tempo quieta ou sem fazer nada. Não quero com isto dizer que não preciso ou não gosto dos meus silêncios, da minha calma interior, de olhar o infinito da criação.

Quando vou para o campismo, a par da praia, da piscina, das caminhadas, do cuidar do espaço, há sempre tempo de qualidade para o tempo dos dias que permite esticar a criatividade aos materiais que por lá abundam.

No fim de semana passado fui até à Praia dos Aivados, conhecida por ter pedras, pedrinhas e pedregulhos que protegem o areal dos veraneantes menos afoitos e que não conhecem a tranquilidade de quilómetros de areia e um mar que convida.

São cerca de dez metros de calhaus de todos os tamanhos antes de pisar areia firme e nesta espécie de tapete costumo recolher com alguma regularidade pedras para o aquário da tartaruga. Desta vez, resolvi procurar umas outras com uma forma característica que me permitisse começar um projecto em que vinha pensando ha algum tempo: pintar casas e barcos.

Durante o fim de semana passado terminei as casas que assumiram um estilo muito simples (estão na calha outras mais elaboradas 🙂 ). Os barcos comecei-os e terminei-os hoje. Pelo meio, ainda uma experiência sobre outro tema. Gostei do resultado. Sem dúvida para continuar 🙂

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# 172
Mar 2nd, 2016 by M.J. Ferreira

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Penso que não devemos pensar em igualdades ou se será mais forte, sábio, experiente ou purificado mas que é eterno e enorme sem ser mensurável, isso sei por experiência própria 🙂
amo as minhas pimpolhas pequenas ♥♥

29 de Fevereiro
Feb 29th, 2016 by M.J. Ferreira

Devo estar mesmo a ficar velhota. Não me lembro nada do que fiz o ano passado neste dia…

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Quando hoje disse essa frase alguém me perguntou “e há quatro anos, lembras-te?”
Claro que me lembro. essa é a vantagem de ter um blogue :-). Da última vez que houve um ano bissexto e fomos presenteados com o m~es de Fevereiro com mais um dia eu escrevi aqui:

“Acabei de perceber que para viver este dia outra vez vou ter que esperar quatro anos!!!!
Pronto, está bem. Eu espero!”

E não é que esperei mesmo 🙂

# 171
Feb 20th, 2016 by M.J. Ferreira

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São Valentim
Feb 14th, 2016 by M.J. Ferreira

No tempo em que eu era nova não havia cá nenhum São Valentim que nos lembrasse de comprarmos prendas para o namorado. Na minha altura que é como quem diz, no meu tempo, ou se gostava e esse amor era demonstrado no dia a dia ou não se gostava e era escusado perder tempo. Não era necessário um dia especial para se amar mais um bocadinho e presentear o bem amado e depois passar os restantes dias e meses numa rotina que a época tinha como normal.

Agora todos os anos somos bombardeados com sugestões de como viver o dia de São Valentim com o nosso mais que tudo e elas vão ao acordo de todas as bolsas, isto é, com preços variados para uma oferta que vai da caixa de chocolates às flores passando pelo jantar com noite romântica num qualquer hotel que não se vai esquecer de colocar uns miminhos especiais em cima da cama.

Não tenho nada contra. Cada um celebra o seu amor como quer e dá jeito. Eu, da velha guarda, prefiro demonstrá-lo no dia a dia e recordo muito bem que quando este dia apareceu em Portugal o que eu fazia era presentear os amigos com cartões especiais.

Como o dia 14 de Fevereiro, este ano, calhou ao fim de semana resolvi fazer um almoço melhorado e fiz uma surpresa ao meu amado que passou a manhã a trabalhar no escritório e chegou a casa com um lindo bouquet de flores. A ementa não ficou a dever a nenhum restaurante e pudémos desfrutar juntos na nossa casinha do que temos construído juntos há mais de três décadas.

Cá fica para a posteridade:

Ementa

Entrada – Queijo de Chévre derretido em cama de tosta alentejana salpicado com nozes

Prato – Spaghetti nero com gamba aromatizado com coentros

Sobremesa – Maçã Caramelizada com Natas

O vinho escolhido foi um rosé “Pinga Amor” muito leve que como o nome indica se adequou ao dia, à sua mensagem e a uma excelente refeição a dois.

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Rosas Folhadas
Feb 10th, 2016 by M.J. Ferreira

Rosas Folhadas

Uma receita simples e gostosa que acompanha muito bem um café ou um chá. É fácil de fazer e o resultado compensa.

Ingredientes

Massa folhada q.b.
Maçãs cortadas ao meio q.b.
doce/geleia q.b.

Cortam-se as maçãs ao meio, descaroçam-se e depois partem-se fatias finas no sentido do comprimento.

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Com a massa folhada cortam-se igualmente tiras de cerca de 4/5 cm e cobrem-se de um doce/geleia a gosto. É melhor quando a massa folhada é rectangular. Contudo, eu usei a redonda e o efeito não se perde.

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Colocam-se as maçãs cortadas numa das partas da massa ficando cerca de metade de fora. Enrolam-se as tiras no sentido do comprimento e coloca-se (fica uma rosa) num tabuleiro adequado para queques ou em forminhas individuais. Polvilha-se com canela e vai a forno quente até cozer a massa.

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Retirar e bom apetite.

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Excessos
Feb 6th, 2016 by M.J. Ferreira

O tempo de Carnaval pode ser um tempo de excessos. Basta olhar pela minha varanda para o café em baixo e, de sábado a terça, é uma tristeza ver os tradicionais clientes, conhecidos nesta época por mastronças, mascarados e bêbados. Tão bêbados que manter o copo direito parece  ser um daqueles truques de equilibrismo que acabam mal. Tão bêbados como se esse estado pudesse mostrar o quanto são machos vestidos de mulher quando as suas caricaturas as reduzem a simples rameiras. Realmente, não compreendo, nem defendo, este tipo de brincadeiras.

O tempo de Carnaval pode ser um tempo de excessos. Publicações de alguns amigos cristãos estão inundadas com artigos que chamam a atenção para a origem, o maléfico e o pecado que significa gozar o Carnaval. Como se não pensassem pelas suas cabeças nem se dessem ao trabalho de uma exegése bíblica. Realmente, não compreendo, nem defendo, este tipo de proclamação.

O tempo de Carnaval pode ser um tempo de excessos. Em muitos locais, a nudez, o sexo imoral, as bebidas em demasia, brincadeiras de mau gosto apropriam-se das mentes e muitos entregam-se com a desculpa de que a vida são dois dias. Realmente, não compreendo, nem defendo, este tipo de atitude e conduta.

Dito isto, estes dias não são dos meus favoritos mas, brincalhona como sou, gosto de brincar. Não tenho qualquer pudor em colocar algum tipo de óculos, chapéus, bigodes, etc., apetrechos que não chocam nem colidem com a minha moral e a minha fé e brincar com as minhas pimpolhas, em família,  com amigos, em ambientes que não alteram os seus valores mesmo que à sua volta o caos e o ruído estejam instalados. 

Para brincar no Carnaval, não necessito de  estar bêbada para me divertir. Para brincar, não necessito de mostrar o meu corpo ou concordar com estupidezes para as coisas serem engraçadas. Para brincar, não necessito de abdicar da minha fé (sou cristã tal como os que defendem o pecado do gozo destes dias).  Antes, o que creio, auxilia, inspira e dá-me a capacidade para brincar estes dias com a certeza de que sei quem sou, a quem pertenço, e para onde vou. Sei a quem dou contas e quem glorifico. Não abdico da minha fé. Antes, ela reforma o caos em ordem, o ruído em alegria, as brincadeiras em algo saudável que me permite viver no mundo mas não ser deste mundo. 

Num próximo “gatafunho” colocarei algumas das imagens das diversas personagens  com que brinquei neste início de Fevereiro.

Hábito
Feb 2nd, 2016 by M.J. Ferreira

Tanto quanto me lembro do tempo de estudante, são precisos vinte e um dias para adquirir um novo hábito. Não sei se esta estatística ainda se aplica no dias de hoje mas a verdade é que ainda não adquiri totalmente o hábito da escrita de que tanto gosto.
Preguiça? Não creio que seja a causa. Penso que tem mais a ver com distrair-me com as distracções acessíveis no Ipad, nomeadamente, os jogos 🙁
Para combater o “vício”, determinei que diariamente apenas posso ir às aplicações retirar os prémios diários e, jogar, passa a ser apenas aos fins de semana.
Quer dizer, fiz reset aos pirolitos e estou a instalar novo software.
Agora, só tenho que me concentrar e começar a usar o novo programa da minha massa cinzenta e imprimir nestes gatafunhos e afins o que os dedos vão clicando.

Fevereiro
Feb 1st, 2016 by M.J. Ferreira

Fevereiro chegou.

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Façamos o favor de sermos felizes!

Que frio
Jan 26th, 2016 by M.J. Ferreira

Que frioooooooooo. Nem pareço eu sempre tão encalorada. Este desejo de me enrolar num saco de água quente só pode ter uma explicação: estou a começar uma constipação. 

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