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Licores
Jul 27th, 2010 by M.J. Ferreira

Pessoalmente gosto de licores e não há feira que visite que não pare nas banquinhas para provar uma “ginginha” ou, nalguns casos, algum licor mais característico da região que estiver a visitar.

Não dispenso o meu licorzinho de poejo depois de uma grande refeição e, de Verão, um licor de morango bem fresquinho também é delicioso. Em casa tenho habitualmente uma selecção considerável de licores que gostamos de partilhar com quem nos visita. Há sabores para todos os gostos.

Recentemente, numa feira que visitei, a banca dos licores ostentava as últimas novidades, isto é, o último grito naquelas bebidas. Não resisti e… claro que tirei uma foto:

Confesso: não provei!
“Sangue de Judas”? por muitos vampirinhos que andem na televisão e no cinema, tal estilo ou nome não me cai no goto. Nem pelo sangue, nem pelo Judas (não sei se ele era o Iscariotes ou o Tadeu e não quero cá confianças). Sangue só em cabidela e de preferência feita por mim ou pela minha comadre.
Viagra? Com aquela cor de azul do céu, antes que eu “ficasse azul” o melhor era olhar para o lado e continuar com a minha bonita cor de Verão, um pouquinho bronzeada (em alemão, blau werden, literalmente traduzido como “ficar azul”, significa “ficar bêbado”. Olha que bonito uma pessoa bêbada de Viagra…)
Mata Velhos? Por esse nome só conhecia aqueles carrinhos que não precisam de carta para serem conduzidos e que, como o nome indica, diminuem todos os anos o número de idosos no país. Um licor com este nome… nunca fiando! Que eu já vou caminhando para “velha” também! :-)

Dia dos Avós
Jul 26th, 2010 by M.J. Ferreira

Hoje, dia 26 de Julho, é feriado em Loures, celebrando-se o dia em que o concelho foi instituído. Contudo, em termos seculares, o dia 26 de Julho, é, igualmente, conhecido pelo Dia dos Avós.

Recordo os meus avós paternos por quem nutria um carinho muito especial. Os maternos não cheguei a conhecer, embora tenha herdado o nome da mãe da minha mãe. Quando era pequena, este dia dedicado aos avós não existia. Mas lembro-me que durante a minha infância o dia em que passava tempo com os meus avós era no sábado ao almoço. Recordo que a minha avó me mimava com umas valentes costeletas de porco deliciosas cujo sabor ainda hoje me faz salivar. Hoje, tal ementa parece corriqueira, nada de especial, mas os tempos eram outros. Como eu adorava aquele bocadinho do meu tempo no fim-de-semana.
Os meus filhos cresceram também sem que este dia estivesse implantado. Não têm pois hábitos ou tradições referentes à data. Contudo, têm relacionamentos estabelecidos e memórias que vão perdurar pela sua vida.
Agora, resta-me esperar o tempo de netos futuros. Uma certeza eu tenho. Vou lembrá-los que o dia 26 de Julho é dia dos Avós. :-)

Nas “Referências” do Blog está uma entrada para a “Aldeia”, um local na net onde se escutam as palavras escritas a cada esquina e se passeia em ruas (categorias diversas) que dão alento e coragem, libertam risos e lágrimas, acarinham com pensamentos e valores que não estão na moda mas que muitos partilhamos. Retirei de lá o seguinte texto:

Definição de avó

Uma Avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros.
As Avós não têm nada para fazer, é só estarem ali.
Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam as flores bonitas nem as lagartas.
Nunca dizem “Despacha-te!”.
Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem apertar-nos os sapatos.
Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo ou uma fatia maior.
As Avós usam óculos e às vezes até conseguem tirar os dentes.
Quando nos contam histórias, nunca saltam bocados e nunca se importam de contar a mesma história várias vezes.
As Avós são as únicas pessoas grandes que têm sempre tempo.
Não são tão fracas como dizem, apesar de morrerem mais vezes do que nós.
Toda a gente deve fazer o possivel por ter uma Avó, sobretudo se não tiver televisão! ”

(Texto escrito por uma menina de 8 anos, publicado no Jornal do Cartaxo, in Aldeia)

Até Segunda-feira!
Jul 23rd, 2010 by M.J. Ferreira

Bom fim-de-semana

Dia dos Pais
Jul 23rd, 2010 by M.J. Ferreira

“Educa as crianças e não precisarás castigar os homens.”
(Pitágoras)

Da América temos importado vários festividades nos últimos tempos que em apenas alguns anos se tornaram incentivos ao consumo. Estou-me a lembrar por exemplo do S. Valentim ou do Dia das Bruxas. Outros haverá mas não quero fazer uma recolha de dados intensiva sobre o assunto. Antes, chamar a atenção para uma outra festividade que acontece na terra do Tio Sam, todos os últimos Domingos do mês de Julho: o Dia dos Pais (não confundir com dia do pai; pais = mãe e pai)

De um modo geral, em qualquer cultura, a família é a instituição humana fundamental por excelência. Em termos cristãos, a família é mesmo a primeira das instituições criadas por Deus. Ela deve ser o começo da vida, o suporte do bem-estar e a escola do amor. É nela que se desenvolve a socialização e é nela que se recebe educação, se copiam comportamentos e se passam de geração em geração histórias e tradições.

A família é a base da sociedade. Daí ser importante perceber o valor deste núcleo, valorizando a coesão entre os diversos membros que a compõem. Não só a coesão mas, igualmente, a responsabilidade, a solidariedade, a tolerância, a serenidade, o valor do trabalho e da cidadania. Tudo isto são factores que, no seu próprio tempo, contribuem para o próprio nível de honradez, maturidade e sobriedade de uma sociedade sã.

Tragicamente, não só à nossa volta como, igualmente, um pouco por todos os países, tem-se sofrido os efeitos da separação das famílias, dos novos tipos de famílias, da violência praticada, presenciada e sofrida em muitos lares, do desemprego e da crise que prospera. À medida que a família tem vindo a debater-se com uma crescente crise de valores, muitas vozes se têm levantado de maneira a poder ser feito um exame cuidado às nossas prioridades e valores.

Muitas vezes temos deixado que as preocupações do quotidiano tomem precedência sobre as nossas responsabilidades como pais. Mas, se a família é o pilar principal da sociedade, não será a educação das crianças a consolidação desse pilar e a construção de bases sólidas que eliminem no futuro comportamentos de risco e degradantes que aviltam e rebaixam a dignidade humana?

Por outro lado, também a cultura secularizada e egoísta nas últimas décadas tem enfatizado a auto-realização e a auto-gratificação. Esse foco no “eu” corre desfavoravelmente contra a essência da parentalidade, a qual envolve o amor incondicional.

Por tudo isto, tenho pena que este dia não seja importado. O Dia dos Pais poderia permitir, entre outras coisas, reconhecer e promover a parentalidade como uma vocação central das famílias e comunidades. Mais do que um tempo para ser celebrada seria, certamente, uma excelente ocasião para declararmos o que é realmente importante na nossa sociedade. Seria uma oportunidade para se criar uma tradição positiva relativamente ao axioma de que o papel dos pais é crucial no desenvolvimento das crianças e que isso requer missão, investimento, alvos e cometimento.

O próximo Domingo, o último de Julho, é Dia dos Pais.
A todos aqueles que o foram, que o são, e que o serão, um abençoado dia.

“É na educação dos filhos que se revelam as virtudes dos pais.”
(Coelho Neto)

“Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.”
(Pv. 22:6)

Que reacção temos ao barulho?
Jul 23rd, 2010 by M.J. Ferreira

Marinha Grande: Assassinada após cinco queixas
Agressões eram frequentes nos últimos dois anos, o que levou a vítima a participar às autoridades. A última discussão foi por causa de 300 euros

Lisboa: Caso de violência doméstica termina com prisão preventiva
“Estou à espera para matar-vos a todos”
Após três anos a sofrer em silêncio, ‘Maria’ ganhou coragem e anteontem foi ao Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) apresentar queixa contra o ex-companheiro. E rapidamente os responsáveis do Ministério Público viram que a denúncia espelhava um medo real.

Em cima estão dois cabeçalhos de notícias sobre violência doméstica publicadas hoje no Correio da Manhã. Não são caso raro. Repetem-se diariamente e são uma das grandes “chagas” da nossa sociedade. Em bom português, ainda impera frequentemente o sentimento de que “entre marido e mulher, ninguém meta a colher” e, por isso mesmo, apesar de a violência doméstica ser um crime público que obriga a denúncia, muitas vezes é a indiferença do silêncio de vizinhos e familiares aquilo que rodeia vítimas e agressores.

Partilho um vídeo que recebi e que bem podia ser num local perto de cada um de nós. Qual seria a nossa reacção?

Não deixe de consultar:
APAV – http://www.apav.pt/portal/

Terapia Ocupacional
Jul 22nd, 2010 by M.J. Ferreira

Depois de ter levado 4 vasos com flores para a minha mãe cuidar pensei que, muito provavelmente, as flores não seriam suficientemente exigentes no cuidado que necessitam e, hoje, resolvi comprar um periquito para dar à minha progenitora. Ela não faz anos, nem hoje é uma data que mereça ser festejada por alguma razão especial. No entanto, estando atenta ao que é o seu quotidiano e rotinas pensei que o facto de ela ter algo que dependa dela para sobreviver podia ser um bom estímulo no seu dia-a-dia, ajudando-a a lidar com a fase da vida que atravessa.
Ultimamente, a minha mãe tem deixado de parte muitas actividades que faziam parte dos seus dias. As dores nas pernas não a têm abandonado e ela tem optado por praticamente nenhuma actividade. Como presentemente está devidamente medicada, há que retirá-la da apatia e indiferença e dar-lhe alguma energia. Do meu ponto de vista não tenho dúvidas em assumir que estar activo é uma das necessidades humanas mais básica e que se a actividade é executada com fins específicos pode ter um resultado melhor que doses e doses de comprimidos, xaropes, tónicos, etc.
Para além da falta de estímulos e forças, a minha mãe é, também, uma pessoa que adora estar sempre a falar e o facto de não estar de momento a ir ao Centro de Dia não lhe permite “esvaziar” o enorme conteúdo verbal de que sempre dispôs. Ora o periquito vai ser optimo; pois, se ela conversar com ele, o passarito aprenderá a reagir ao som da sua voz e não tardará muito a responder-lhe no seu chilrear tagarela que é próprio desta raça de aves.
O meu objectivo é simples: pretendo que a minha mãe, através do seu envolvimento no cuidado ao periquito, aumente a sua auto-estima, dê um pouco de colorido às suas rotinas e possa dar vazão à sua enorme necessidade de ter “alguém” para conversar. Só espero que o periquito não seja da qualidade de um que pertence a uma amiga minha que quando ouve pessoas a conversar não se incomoda nada de “dizer” chiu… chiu… chiu… porque, eu acho que a minha mãe não vai respeitar.
Mais logo, vou levar-lhe o passarinho numa linda gaiola e dar início à terapia. Sim, porque isto parece mesmo é terapia ocupacional.
Vamos lá ver se ela gosta da ocupação que lhe quero proporcionar.
É que o periquito é pequenino mas muito activo e deve começar logo pela manhã a reclamar atenção, comida, bebida e um grande banhoca.

# 64
Jul 21st, 2010 by M.J. Ferreira

“O bom humor espalha mais felicidade que todas as riquezas do mundo. Vem do hábito de olhar para as coisas com esperança e de esperar o melhor e não o pior.”
Alfred Montapert

Quem não encontra a felicidade em si mesmo, é inútil procurá-la em outro lado.
François La Rochefoucauld

O que temos dentro de nós é o essencial para a felicidade humana.
Arthur Schopenhauer”

Na plenitude da felicidade, cada dia é uma vida inteira.”
Johann Goethe

(clicando na imagem, ela tem movimento)

ALEGRIA
Jul 20th, 2010 by M.J. Ferreira

Estou feliz e com o peito cheio de uma alegria estonteante. A família é a melhor coisa do mundo!

Ainda sobre o Dia do Amigo…
Jul 20th, 2010 by M.J. Ferreira
Dia do Amigo
Jul 20th, 2010 by M.J. Ferreira

Hoje é dia do Amigo!

De acordo com a Wikipédia, o Dia Internacional do Amigo foi primeiramente adoptado em Buenos Aires, na Argentina, com o Decreto nº 235/79, sendo celebrado inicialmente a 17 de Março e foi depois gradualmente adoptado noutras partes do mundo.

A data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro que se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de Julho de 1969, considerando a conquista não somente uma vitória científica, como também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo. Assim, durante um ano, o argentino divulgou o lema “Meu amigo é meu mestre, meu discípulo é meu companheiro”.

Aos poucos a data foi sendo adoptada por outros países e hoje, em quase todo o mundo, o dia 20 de julho é o Dia do Amigo, é quando as pessoas trocam presentes, se abraçam e declaram a sua amizade umas às outras.

Então, que todos aqueles que estão a ler, amigos próximos e distantes, tenham um Abençoado Dia de Amigo!

Já agora: Uma gravura especial para todos vocês (cliquem na foto e esperem um bocadinho que os bonequinhos mudam entre si)

RECEBAM UM GRAAANNDE GRAAAAANNNNNNNDE ABRAÇO, COM MUITAAAAAAAAAAAA AMIZAAAAAAAADE…

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