Tinha praticamente prometido a mim própria que não ia fazer nenhum comentário sobre o processo Casa Pia. Exactamente porque desde o início considero tudo o que o rodeou, rodeia e rodeará, um enredo que virou um folhetim que os media em geral, muito antes de qualquer Tribunal, alimentaram, julgaram, ilibaram, condenaram e transmitiram com mais ou menos sensacionalismo. Uma novela que fez correr muita tinta, um processo na justiça que ainda se arrasta e nada de certezas sobre “justiça” que o dicionário diz que é a prática e exercício do que é de direito.
Não quero com isto dizer que seja insensível para com o que terá acontecido com os jovens casapianos. Terão havido abusos (e quem sabe não continuam) que devem ser devidamente punidos. No entanto, e nunca tendo assistido pessoalmente a qualquer sessão do julgamento, tenho desde o início deste emaranhado, sérias dúvidas em relação à matéria incriminatória dos que foram considerados arguidos.
Por aquilo que é conhecido através da comunicação social o que foi bom para incriminar uns (testemunho de um rapaz) não chegou para fazer mossa num conhecido político acusado pela mesma testemunha. Faz sentido? Tem a testemunha credibilidade? Não sei. É tudo muito confuso sobretudo depois de conhecido o veredicto do Tribunal em relação ao processo de difamação movido por P. Pedroso ( veja aqui a notícia sobre a conclusão do Tribunal em relação ao processo de difamação – será que face à conclusão do Tribunal não deveria de ter continuado a ser arguido ou também julgado?).
Também me faz muita confusão que depois de terem sido feitas as defesas dos diversos arguidos e todas as provas apresentadas que desmentiam acusações, o MP tivesse alterado datas (factos) sem que fosse permitida a defesa para essa mudança. Mas há muito mais…
Enfim, quando devíamos de estar a arrumar o passado, com o presente organizado para preparar o futuro, a realidade que temos é mais um enorme e complicado embaraço do que se tornou a nossa “justiça”. O cheiro é pestilento e nauseabundo e, infelizmente, atinge todas as partes que foram envolvidas e sobra para toda a sociedade que assiste cada vez mais debilitada ao que têm sido os grandes casos mediáticos da justiça portuguesa (e quem sabe o que ainda mais virá por aí…)
Gostei muito do comentário de Jorge Lopes de Carvalho no seu blog. E, como neste caso, não primo pelo “politicamente correcto”, aqui fica, igualmente, o site do Carlos Cruz, “Provas da Verdade”. Não só ele, mas todos os restantes arguidos, com excepção do Carlos Silvino, se declararam e continuam a declarar inocentes. Se fosse comigo e eu tivesse a certeza que o meu julgamento não tinha sido correcto, faria exactamente a mesma coisa. Defender-me-ia com unhas e dentes. Como o povo diz: “quem não deve, não teme”.
” Para ser intolerante é necessário ser extraordinariamente forte ou louco.” (Nicolas Chamfort)
Notícia de hoje na TSF:
“Talibãs reivindicam morte de “nove missionários cristãos”
Hoje às 11.08
Os Talibãs reivindicaram, este sábado, a morte de «nove missionários cristãos, enquanto a polícia diz ter descoberto 10 corpos na região norte do Afeganistão.
Eles estavam perdidos, quando a nossa patrulha (de talibã) os encontrou. Tentaram fugir e foram mortos», disse um porta-voz dos Taliban à agência France Presse.
De acordo com o porta-voz, o grupo era constituído por cinco homens e quatro mulheres.
«Eles transportavam bíblias em dari, mapas, sistemas GPS. Preparavam-se para mapear as posições dos combatentes», disse.
«Eram dez, nove dos quais estrangeiros. Cinco eram homens e quatro eram mulheres. O décimo era afegão», acrecentou Mujahid.
Esta manhã, o chefe de polícia da província de Badakhshan (nordeste) divulgou terem sido encontrados na sexta feira 10 corpos crivados de balas, incluindo seis médicos alemães e dois norte-americanos.
A Missão de Assistência Internacional, uma ONG com sede da Suíça, colocou hoje no seu ‘site’ da Internet que as vítimas seriam «provavelmente» membros da instituição cristã.
De acordo com a instituição, tratava-se de uma equipa de médicos oftalmológicos que tinha terminado uma missão em Nuristan, «a convite das comunidades locais», e que regressava a Kabul, após ter concluído a missão.
As autoridades locais dizem que seis das vítimas tinham nacionalidade alemã e duas eram norte-americanas.”
Uma notícia que chamou a minha atenção de uma maneira extremamente positiva dá conta que a APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima) tem um projecto posto em prática em duas escolas do Norte do país que diz respeito a um Programa/Currículo adaptado do Canadá e financiado com fundos europeus sobre Violência e Comportamentos de Risco e quer agora estender aquelas aulas de prevenção da violência e comportamentos de risco na adolescência ao maior número possível de escolas do ensino básico.
Pessoalmente e ouvindo a realidade contada por quem “vive” a escola todos os dias este projecto parece ser ouro sobre azul. Tenho andado completamente desgostada com o que o governo pretende fazer em relação à educação sexual e à obrigatoriedade de uma disciplina desde a mais tenra idade. Por muito que queira, não consigo compreender como pode uma disciplina como Educação Sexual (logo desde os 6 anos) ser obrigatória e outras como Educação da Cidadania, Violência e Comportamentos de Risco, Moral(para não falar em Religião) passarem completamente ao lado.
Observando o kit acima e vendo alguns dos conteúdos que dizem respeito à disciplina de Educação Sexual sinto-me abençoada por não ter nenhum filho em condições de frequentar qualquer nível de ensino em Portugal. Mas um dia terei netos e não posso calar a minha voz relativamente a esta “reforma” que o governo actual pretende impor.
Como cidadã, mãe e futura avó não concordo que o Estado se encontra habilitado a escolher como as crianças devem ser educadas sexualmente. Esse trabalho pertence aos pais. Da mesma forma que pertence aos pais educar a sociabilidade, os valores, a moral, o civismo. No entanto e dado o estado em que a nossa sociedade se encontra seriam muito mais úteis disciplinas como as que mencionei acima. Se bem interiorizadas muitos comportamentos de risco, inclusive em áreas da sexualidade seriam prevenidos e evitados.
Não posso comer e calar. Sobretudo quando, como a APAV, há associações prontas a avançar com programas que fariam jovens mais livres de vícios ou outras dependências , bem como mais maduros e responsáveis em vez de “meninos” malcriados e malcomportados, dependentes de tudo e todos, sem rumo e pouca esperança de trabalho honesto. Bem sei que não posso colocar todos os jovens no mesmo saco. Há trigo e joio. Mas se os primeiros ainda têm famílias que os educam responsavelmente exigindo-lhes responsabilidades, os outros são resultado de uma decadente sociedade em termos de valores de família, fraca economia e muito desenrascanço.
Diz o povo: junta-te aos bons e serás como eles, junta-te aos maus e serás pior que eles. Penso estar do lado dos “bons” e já que o Estado tem vindo a decair na transmissão dos valores mais elementares (basta olhar para o próprio Estado e o estado em que está) tornando a mentalidade deste país órfã de civismo, esperança e projectos de vida; possamos sair da comodidade em que estamos instalados e gritar BASTA.
Os jovens são o futuro deste país. Não engulo a pílula anticoncepcional que o Governo está a entregar. Quero continuar a gerar opinião que defenda o direito de “ser” e “estar” de acordo com o consignado no artº 13º da Constituição de Portugal. Não só gerar, mas educar e agir de acordo com os direitos e responsabilidades que tenho como cidadã.
O Dia 10 de Junho é desde que me conheço o Dia de Camões e de Portugal. Antes de 1974 era conhecido também como Dia da Raça (lusitana – isto é, todos os que são portugueses, tanto os que estão em Portugal como os que vivem por todo o mundo); nome que perdeu no pós 25 de Abril, ganhando o de Dia das Comunidades Portuguesas.
A data, em 2010, para além das comemorações sempre habituais, que este ano decorreram em Faro, ficou marcada nos discursos por uma simples palavra: insustentável.
O Presidente da República mencionou-a no seu discurso: chegámos a uma situação insustentável, disse. Sócrates diz que não é insustentável, é só de dificuldades. Ele é que governa, não é? Deve ter razão, não é? Vejamos assim… rapidamente. “Insustentável” diz-se do que não se pode sustentar. Ora as notícias têm dito que produzimos pouco e gastamos mais do que o que temos. As últimas notícias sobre aumento de impostos têm sido analisadas pelo elevado número de comentadores de todas as cores como uma medida que quer baixar o défice à custa de impostos que aumentam a receita, sim, mas não diminuem a despesa; o que pode significar que não cortamos o mal pela raiz… antes, aplicamos uma espécie de curativo que a qualquer altura vai começar a “sangrar”. Parece-me insustentável manter esta política por muito mais tempo. Mas insustentável é a decisão de continuar a massacrar os que têm menos, fazendo apenas umas cócegas nos rendimentos de quem tem mais.
Se isto é a nossa economia, as finanças estão realmente fraquitas. Grandes dificuldades mas… gastando a mais, seja em que situação for, não se duvide, a situação é insustentável. Quanto mais tarde for reconhecido… mais sacrifícios, porventura inúteis, nos serão pedidos.
Mas e noutros sectores? Recordo a Educação e as decisões que têm sido tomadas de grande facilitismo no ensino e que tornarão insustentável a situação de formação adequada no futuro. Deixaremos de ser um país de analfabetos, mas seremos orgulhasamente um país de analfabrutos, onde cada português terá acesso à internet, um Magalhães e não quantos telemóveis disponíveis…
Mas insustentável será também o que se passa na justiça onde o preto no branco em escutas telefónicas não deixam dúvidas a ninguém excepto ao espírito da lei que as determina como inválidas. Sejam apitos dourados, submarinos, sucatas, faces ocultas… inválido é o trabalho de se apurar a verdade, até no que toca à comissão de inquérito parlamentar onde o relatório final sobre se Sócrates terá mentido ou não ao Parlamento termina não fazendo distinção entre conhecimento formal e informal de uma situação grave de interferência do Estado em negócios privados, concluindo que o Governo sabia e interveio no negócio da TVI. Consequências? Quais? Estamos em Portugal. Não é isto insustentável? Não é insustentável que se saiba que o Código Penal tem lacunas que permitem que um assassino confesso seja libertado porque durante o julgamento se manteve calado, não tendo sido este o primeiro caso?
E na saúde, onde quero mencionar apenas o caso de oncologia onde os doentes continuam a esperar demasiado tempo pelo bisturi que pode significar a diferença entre a vida e a morte? Insustentável? Tem de ser quando se considera a necessidade de chamar médicos já reformados porque os actuais não dão conta do recado.
E a nível do básico? Da família? Não será insustentável tratar-se todas da mesma forma? Hoje em dia, há famílias de muitas espécies, as típicas – heterossexuais, as monoparentais, as unidas de facto, as recentíssimas homossexuais… Por muito que se pense que essa é uma expressão de liberdade, não se pode tratar como igual aquilo que é diferente. Não funciona a longo prazo e vai entupir insustentavelmente direitos e responsabilidades das partes.
E as primeiras necessidades de todos os dias? Não é verdade que todos os dias cresce o número de pessoas a pedir ajuda em termos de alimentação? Não é isto insustentável num país desenvolvido, em pleno século XXI?
E não me expliquem outra vez usando as palavras mansas de que não temos culpa… a culpa é toda lá de fora e da crise. Insustentável este argumento!
Insustentável, ontem, foi uma palavra considerada excessiva. Eu direi antes, insustentável, ontem, foi a palavra que marcou a diferença entre o que temos e o que querem que acreditemos, entre o que somos e aquilo que nos querem tornar, entre a esperança e a ilusão.
Cabe a cada um de nós perceber o insustentável buraco onde estamos metidos enquanto povo e trepar unidos e em uníssono com direcção, visão e espírito de missão. Insustentável é não querer ouvir, não querer ver e não querer falar acerca do que se passa.
Hoje no Sol online leio uma notícia que, referindo-se ao Centenário da República, afirma que o Bloco de Esquerda considera inaceitável a evocação da Mocidade Portuguesa. Nas palavras do deputado Pedro Filipe Soares, a evocação da Mocidade Portuguesa numa cerimónia comemorativa do Centenário da República é “uma revisão inaceitável da História” e criticou o facto de a iniciativa envolver crianças.
Permito-me discordar. Como é que o passado pode ser uma revisão inaceitável da História?
Pessoalmente, por mais mau que o passado possa ter sido, é ele que nos permite viver o presente sem repetir os mesmos erros e construir o futuro que se deseja.
O futuro para ser sólido precisa de alicerces. Esses são todo o nosso passado, toda a nossa História com que diariamente estabelecemos as bases do presente rumo ao amanhã que se aproxima.
Hoje na Assembleia da República os deputados chamados da “esquerda parlamentar” chumbaram uma proposta que visava a criação de um “tributo solidário” para os beneficiários de subsídio de desemprego, subsídio social de desemprego e rendimento social de inserção. O projecto de lei apresentado pela bancada social democrata foi rejeitado com os votos contra do PS, PCP, PEV e BE, tendo votado favoravelmente o PSD e o CDS-PP.
Há muito tempo que defendo um tipo de “tributo solidário” para todas as pessoas que recebem um tributo de todos aqueles que fazem descontos e pagam os seus impostos. Isto não quer dizer “olho por olho e dente por dente”. Do meu ponto de vista, não se trata de julgar ninguém, nem tal medida tem por detrás, como alguma esquerda disse, “que os trabalhadores e os desempregados são uns malandros que não querem trabalhar”.
A meu ver, um tributo desta espécie não só mantém ocupadas pessoas que saíram do mercado de trabalho por situações de perda do seu emprego, como moraliza todo o sistema social que, nos dias de hoje é sobejamente usado e manipulado por uns quantos que dele fazem o seu modo de vida. Penso seriamente que este tributo solidário pode ser feito facilmente perto dos locais de residência dos utentes de subsídios e rendimentos sociais, naquilo que seria um sistema muito semelhante ao do voluntariado. Infelizmente, não faltam escolas, creches, hospitais, jardins públicos, prisões, lares de terceira idade, trabalhos diversos, etc., etc., onde faz fazem falta pessoas que, estando válidas e felizmente, com saúde, poderiam facilmente ser aproveitadas. Não só estariam ocupadas como prestariam à sociedade que as recompensa uma mais valia que a própria sociedade reconheceria.
Eu sou voluntária numa organização. A minha filha também. Damos a nossa contribuição, o nosso tributo e isso deixa-nos pessoas mais completas, mais solidárias e mais conscientes da realidade que vivemos. É algo que fazemos naturalmente e esta disposição para “ajudar o outro”, para “ser solidário”, ensina-se na infância e faz-se perdurar, de geração em geração, como algo natural e meritório. Não esperamos o que o Estado pode ou não fazer; antes contribuímos para o desenvolvimento da sociedade, no contexto em que nos inserimos. Como nós, existem milhares de portugueses a darem o tempo que não têm, sem qualquer recompensa. Qualquer voluntário sabe que o número de voluntários que existe não é, muitas vezes, suficiente para o trabalho levado a cabo em muitas instituições, organizações, etc. Não faltam necessidades. Com organização e método, muito pode ser pensado e executado. Será que o trabalho num regime de voluntariado, por ser grátis, é crime? Será que este “tributo”, agora apresentado e discutido, considerado até por um partido opositor, de “trabalhos forçados”, não pode ser discutido de uma outra forma, numa óptica das necessidades sentidas na nossa sociedade?
O partido do governo, através de uma das suas deputadas, diz que não pode haver trabalho obrigatório que seja gratuito e que esta iniciativa “acicata a desconfiança social”. Discordo completamente. A acicatar (uma palavra à deputado… sem dúvida) a desconfiança é a daqueles que são sempre os mesmos: descontam, pagam e não “bufam” (esta uma palavra mais à povo… se é que me entendem). Se a dificuldade está na semântica, mude-se a dita! Mas, por favor, senhores deputados tenham a coragem, de uma vez por todas, de pôr termo a políticas sociais que, em desfavor de muita gente honesta, contribui para “expedientes”, “desenrascanços” e “fraudes” de todos os géneros.
Acicato-os, quero dizer, incito-os a limparem uma nódoa muito grande que o nosso sistema social tem deixado alastrar, através da moralização do mesmo. Chamem-lhe tributo ou outra coisa qualquer. Mas é de todo salutar, em tempo de sacrifícios pedidos a todos os portugueses, um tributo solidário por parte dos desempregados e dos que não têm rendimentos em prole da sociedade que não os desampara; antes lhes pode oferecer a oportunidade de treinar/exercitar/desenvolver habilidades ou capacidades que, longe de os desconsiderar os dignifica e honra enquanto pessoas válidas, úteis, aptas e capazes.
Durante os últimos dias, tive visitas em casa e fiquei um pouco afastada destas “lides” bloguistas. Tenho que recuperar o tempo perdido porque houve notícias e das boas, com aquelas frases tipo “chavão” que não vamos conseguir esquecer tão cedo e faz a nossa imaginação delirar um pouco mais no meio do estado crítico em que nos encontramos.
Adorei o nosso Primeiro:
«Para dançar tango são precisos dois e eu não tive parceiro durante meses»
O primeiro-ministro saudou a mudança na liderança do maior partido da oposição, afirmando que «para dançar o tango são precisos dois» e lembrando que «durante muitos meses não tinha parceiro para dançar».
(Só foi pena o Dr. Passos não ter feito mais uns “passinhos” de dança e depois de tantas desculpas que pediu aos seus eleitores laranjinhas, ter esquecido as desculpas àquela senhora velhinha que ele tanto rodopiou para pôr fora da pista de dança e que afinal não se enganou em nenhum dos passos da valsa que cantarolava sem se enganar nos acordes. O Dr. Passos é um exímio bailarino, pelo menos no tango, mas esse não é o único estilo de dança…
Ontem, o Presidente da República, fez uma comunicação ao país, em horário nobre, para anunciar que ia promulgar uma Lei aprovada pela Assembleia da República com que não concordava mas que não podia vetar pela necessidade de uma ética de responsabilidade, face aos enormes problemas que o país atravessa.
Sinceramente não entendi a necessidade de tal comunicação. Outras Leis houve que foram promulgadas, sem tanta pompa e circunstância, e com as quais o Presidente da República manifestou as suas reticências através das notas que acompanharam as suas promulgações.
Ou o Senhor Presidente da República já começou uma pré-campanha para a sua possível reeleição ou, simplesmente, é um problema de “alguma emissão mais ruidosa” e vamos ter que nos preparar para ouvir muitos “arrotos” … Sempre que for preciso engolir alguns sapos ou, pelo contrário sempre que ficar “de barriga cheia”.