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Não seja pessimista
Nov 22nd, 2010 by M.J. Ferreira

Não seja pessimista e nem dê ouvidos ao pessimismo!!!

Se olharmos para o desenho da nossa existência não há esquina a que não possamos desenhar um arco e não há arco a que não possamos fazer um ângulo.

E depois, o que é a felicidade? O conceito, penso, pode variar de pessoa para pessoa. No entanto, acredito que a felicidade não está nas coisas mas dentro de nós e revela-se na maneira como encaramos cada pequeno detalhe da nossa vivência.

Mas, também penso eu de que, como diz o outro, que por vezes deixamos-nos tropeçar nas pedritas e pedregulhos que nos aparecem pelo caminho e desaprendemos de andar direitos, olhar em frente. Passamos a recear a queda; vivemos atormentados pela angústia e pela ansiedade.

Também penso que se torna mais fácil quando torneamos ou movemos completamente os obstáculos da nossa vida. A maravilha desse exercício é que, muitas vezes, e até é aconselhável que assim seja, isso é feito com uma mão amiga, um abraço terno, uma palavra de motivação, um sorriso, uma lágrima partilhada, um silêncio,… Cada obstáculo que é colocado à nossa frente, não tem a intenção de nos fazer tropeçar, antes ensina-nos a saltar, com confiança, determinação e a coragem proveniente da convicção no nosso próprio valor.

Pronto, Já não vou pensar mais por agora. Até que, tantos pensamentos fazem-me pensar que o que pensamos afinal pode não ser pensado da mesma forma pelos outros.

Por isso, devemos pensar, antes de qualquer outro pensamento, em sermos bons ouvintes que escutam e pensam cada pensamento ouvido em palavras ou murmurado em cada silêncio para que os outros que, tal como nós, têm o seu próprio pensamento, não se sintam menosprezados e possam pensar e sentir que são pessoas que nos merecem consideração, independentemente de pensarmos ou não igual.

Mas depois de tanto pensamento pensado, escrito e partilhado, voltemos ao original. Não sejam pessimistas e nem dêem ouvidos ao pessimismo!

Bom fim-de-semana
Nov 19th, 2010 by M.J. Ferreira

Tenham um bom fim de semana e fiquem-se com esta magnífica interpretação.

Orgulho em alta
Nov 18th, 2010 by M.J. Ferreira

Hoje, o orgulho português está em alta. A selecção nacional de futebol goleou a campeã do mundo Espanha por 4-0 num jogo particular que tinha como objectivo a promoção da candidatura ibérica ao mundial de 2018.

Dicas
Nov 17th, 2010 by M.J. Ferreira

No “post” de hoje vou colocar a cópia integral de um artigo sobre “9 Dicas para ultrapassar o medo provocado pela crise económica”
O artigo é longo mas vale a pena a leitura. E assim, dá para descansar os meus preciosos miolinhos um bocadinho.
Até amanhã e fiquem-se com as Dicas (não, as dicas não estão relacionadas com o Lidl e não são parte integrante do conhecido semanário que aquele supermercado edita e coloca nas nossas caixas de correio).

“9 Dicas para ultrapassar o medo provocado pela crise económica

Não passa um único dia sem que se ouça um comentário, um acontecimento, uma notícia ou um estudo sobre a recessão económica. Como é que podemos manter uma atitude positiva e esperançada durante este aperto económico? Tem-se tornado um tópico inevitável que acaba sempre por ser debatido em reuniões de trabalho, à refeição, numa conversa de amigos, seja onde for a tendência é para que este assunto se torne o centro das atenções no nosso dia-a-dia.

Acresce a esta situação a inevitabilidade da escassez de emprego, e o sufoco familiar aumenta drasticamente. A quantidade de pessoas que se vê forçada a alterar os seus estilos de vida, sem capacidade para pagar as despesas com que se responsabilizou tem sido crescente. Inevitavelmente a grande maioria de nós tem de se esforçar para adaptar-se a esta habitual realidade.

No entanto é importante fazer-mos uma distinção entre realidade e verdade. Passo a explicar, se considerarmos que a “realidade” é aquilo que nos é transmitido pelos media e por grande parte dos estados de espírito da sociedade em geral, temos tendência para formar um conceito acerca do momento actual como sendo um momento extremamente incapacitante, tenebroso, desesperante, insatisfatório e infeliz. Conduzindo-nos a um estado de incapacidade e sem soluções, caímos nas malhas do miserabilismo e tornamo-nos num profeta das desgraças (que é aquilo que mais vemos na comunicação social).

Por outro lado, se fizermos um esforço para procurar e construir a nossa “verdade” – aquilo que queremos realizar e que pretendemos que aconteça, quer na nossa vida quer no mundo. Nesse exacto momento que começar a materializar a sua verdade, um fenómeno extraordinário toma lugar – Você começa a agir de acordo com os seus objectivos, estes serão a sua maior linha orientadora e não os inúmeros factos “reais” da recessão económica mundial. Devemos sim levá-los em consideração, para nos movimentarmos com uma perspectiva das dificuldades que poderemos vir a encontrar.

É aqui que a mesma informação pode ter dois caminhos distintos. A forma como a interpretamos, aliada às estratégias que colocamos em acção fazem a diferença entre um caminho para a solução ou o caminho para o insucesso e miserabilismo. Chega de miserabilismo, à que enfrentar a realidade com a nossa verdade (aquilo que cada um de nós pretende que aconteça e que quer fazer), munirmo-nos das nossas melhores características, forças, virtudes, poderes e partir para a luta.

1. FOQUE-SE NAQUILO QUE PODE CONTROLAR
Aquilo sobre o qual nos focamos pode mudar drasticamente a forma como nos sentimos. Reconheço que quando estamos em sofrimento é extremamente difícil focarmo-nos noutra coisa para alem da nossa dor. Também já estive nessa situação e é doloroso. Mas é possível mudar o nosso foco de forma intencional e alterar o estado emocional. É tudo uma questão de tomar consciência e agir progressivamente. É impossível ignorar os níveis emocionais. Por exemplo nós não mudamos drasticamente de um estado de ressentimento para um estado de excitação. Se não veja, facilmente mudamos de um estado emocional de ressentimento para zangado, de zangado para chateado, de chateado para indiferença, de indiferença para afectuoso.
Com pequenas mudanças, e de forma gradual conseguimos alterar a forma como nos sentimos. Reconheça que está em controlo. Você pode escolher focar-se numa perspectiva capacitadora. Verifique como é que pode mudar o significado de uma circunstância externa de forma a que o beneficie.Por exemplo, não podemos controlar os altos e baixos da venda de stock, mas podemos escolher perceber que o stock é apenas dinheiro, e o dinheiro é algo em movimento do qual podemos sempre vir a ganhar mais. Podemos escolher perceber que a saúde é mais valiosa do que algo que nos faz andar constantemente stressados e do qual não temos controlo.

2. ELIMINE OU REDUZA DRASTICAMENTE O CONSUMO DE NOTÍCIAS
Qual foi a ultima vez que uma fonte popular de noticias, divulgou algo motivador, capacitador e pacificador? Isto raramente acontece porque não são “notícias interessantes”, e também quase nunca são capa de jornal. Notícias interessantes significam: guerra, conflito, sofrimento, mexericos, desastres. Provavelmente não é intenção da agência publicar notícias que instalem o medo, mas é trabalho dos reportes criar conteúdos que destaquem os problemas e exagerem o stress dai decorrente. Se não existir perturbação emocional, as pessoas não lêem ou não vêem as noticias, e rapidamente as agências baixariam os seus rendimentos. Qual foi a ultima vez que se sentiu bem depois de assistir ao noticiário da noite ou ler a capa de um jornal? Como é que lendo constantemente sobre a crise de crédito, a crise das hipotecas, a queda do mercado de acções, ou a recessão nos fortalece, nos eleva ou nos aumenta o nosso bem-estar? Em que é que isto nos ajuda? A constante lembrança mantém-nos focados no medo, ao invés das soluções e esperança. Mesmo as pessoas que não têm razões ficam preocupadas, desnecessariamente.

3. GRATIDÃO
Quais são as coisas mais importantes na sua vida? De que é que está agradecido? Quem é que ama? Escreva num papel em forma de lista, depois feche os olhos e imagine na sua mente. Sinta os sentimentos de gratidão. Faça isso regularmente.As relações serão certamente o mais importante na vida de todos nós, o nosso bem mais precioso, é aquilo que nos reforça, que nos engrandece e dá sentido à vida. Incidindo a atenção sobre as coisas de valor inestimável e intangível, que traz propósito à vida ajuda-nos a colocar as coisas em perspectiva. Quando coloco as coisas em perspectiva, confirmo que não trocaria as posses materiais pela minha saúde e relacionamentos. Quando passamos por dificuldades, de quem é que nos socorremos? Certamente daqueles que nos são próximos, só eles nos ajudam a recuperar e a ganhar esperança e determinação.Colocar as coisas em perspectiva, pode rapidamente dar-lhe uma sensação de “riqueza”.

4. PARE DE ESPALHAR O MEDO
Se pretende ajudar-se, pare de se lamuriar sobre os problemas económicos, pare de falar sobre as más notícias com os seus amigos, e comece a fazer coisas que estejam ao seu alcance. Se as suas necessidades básicas estiverem ameaçadas (exemplo, perda de emprego, habitação e alimentação), faça alguma coisa, faça muitas coisas, embrenhe-se num conjunto de acções para se ajudar a si mesmo. A única excepção para falar acerca da sua situação económica é quando procura ajuda dos outros durante os tempos de necessidade.

5. AS COISAS IRÃO RESTABELECER-SE
Você não está sozinho, estamos todos no mesmo barco. A história irá repetir-se a ela própria, e a nossa economia irá recuperar. Os Invernos virão e irão passar. Aguente-se firme, entretanto faça algo para se manter à tona de água.

6. TENTE AUMENTAR O SEU PATRIMÓNIO
Alinhado com o foco naquilo que está ao seu alcance de ser feito, procure verificar se existem algumas competências que necessite melhorar no sentido de lhe trazer mais vantagem na área profissional. A forma mais fácil e rápida de atingir segurança de emprego, é tornar-se flexível, multi-facetado e qualificado naquilo quer faz. Comprometa-se a ser altamente eficaz naquilo que é o seu trabalho e nunca pare de aprender.

7. FAÇA UM FUNDO DE EMERGÊNCIA
Quando tomamos as decisão de não nos focarmos no medo, não quer dizer que não nos possamos preparar para dias menos bons. Decidir criar um fundo de emergência é uma prática que deveremos fazer em qualquer altura, não apenas durante tempos de recessão. Se não está na situação de estrangulamento das necessidades básicas, faça da criação do fundo de emergência uma prioridade. Tente perceber que quantidade de dinheiro pode reter todos os meses, mesmo que seja mínima. É a prática da poupança que importa. Se for disciplinado, em pouco tempo terá a recompensa.

8. FOQUE-SE NOS BENEFÍCIOS
Existem oportunidades, que se podem transformar em benefícios em tempos de crise. Existem nichos de mercado que por vezes beneficiam da crise. Alguns preços de produtos principalmente stoks e bens também baixam, pelo que se torna uma óptima oportunidade para comprar.Por outro lado, se for o caso e tivermos menos dinheiro, pode servir para verificarmos que provavelmente consumíamos muitos produtos dos quais não necessitávamos e que até nos eram prejudicais.

9. ESCOLHA SER CAPAZ SENTIDO-SE BEM
Sentir-se bem não significa tornar-se vulnerável ou ignorante face ao assunto. Também não significa colocar um sorriso falso na cara. Significa simplesmente que você escolhe focar-se intencionalmente nas coisas que são importantes, que o faz sentir-se bem, que lhe dá alegria e motivação e que o faz sentir-se agradecido por estar vivo. Todos os dias estamos rodeados de oportunidades para a nossa felicidade, é preciso olhar para elas. Tal como o medo, a capacidade para experienciar alegria e reconhecer que existe capacidade em si para resolver a situação também é uma opção. Qual é que você escolhe?”
(As minhas Finanças, e-loan.pt)

Sorrrrriiiiiiiiiiiii
Nov 16th, 2010 by M.J. Ferreira

Sorrir é mesmo saudável.
Porque não começar os dias sorrindo?

Eu vou sorrir assim que abrir os olhos, assim que perceber que o dia vai começar.
Eu vou sorrir assim com que esticar os braços numa espreguiçadela preguiçosa, assim que sentir a água quentinha do duche a cair, assim que me sentar para o pequeno-almoço tomar, assim que sair de casa aconchegada sem tiritar, assim que o trabalho começar, assim que me cruzar com quem vou encontrar e até pensando naqueles que estão longe por chegar ou que já não voltam.
Eu vou sorrir pela benção de aqui estar e poder partilhar o meu sorriso. Sorrir é saudável. Dá-nos vida e aviva quem recebe o nosso sorriso.
Sorri 🙂

Uma ode à língua portuguesa
Nov 16th, 2010 by M.J. Ferreira

O Observatório da Língua Portuguesa disponibilizou hoje um site que é uma verdadeira ode à língua portuguesa.

Este novo site foi desenvolvido pelo SAPO, em conjunto com a OLP e, em termos práticos, possibilita que cada cibernauta consulte informações actualizadas sobre a língua portuguesa, dissipe dúvidas de português, dando a conhecer o novo acordo ortográfico.

Além do SAPO, os principais parceiros do OLP foram a Priberam, Promethean e Ciberdúvidas. Quem recorrer a este novo endereço electrónico poderá percorrer artigos de opinião, “viajar” pela língua portuguesa e pesquisar dados estatísticos, já que o OLP também tem um acordo com o Instituto Nacional de Estatística.

Para os mais autodidactas há a possibilidade de fazer cursos de português. Cada utilizador pode sugerir novos projectos de incentivo à leitura, através do voluntariado da leitura um protocolo assinado com o Ministério da Educação.

Vale a pena visitar e, a partir de hoje, estará disponível, igualmente, na coluna da esquerda deste blogue, no bloco  denominado “Utilidades”.

Petição Desperdício Alimentar
Nov 15th, 2010 by M.J. Ferreira

Tal como recebi, assim “envio” para todos os que possam ler o Blogue o texto de uma Petição a solicitar regras mais brandas para a doação da comida que sobra de restaurantes e cantinas e que, por lei, tem de ser deitada para o lixo.

“Todos os dias há novos restaurantes e cafés a aderirem a este
fantástico movimento de não deitarem para o lixo os “restos de
comida”mas sim oferecê-los através de instituições ou directamente às
famílias que já não conseguem fazer uma refeição diária, apesar
de o terem de fazer secretamente pois violam claramente a lei de saúde
pública que determinantemente o proíbe.
Também nas cantinas das grandes empresas diariamente sobram
centenas de refeições que obrigatoriamente e por lei têm de ser
deitadas no lixo.
Está a correr uma petição para que a lei seja alterada com toda a
urgência pela Assembleia da República.

Assinem e convidem os vossos amigos a assinar:

Carregar nesta frase para assinar petição.

São já muitos os que estão a passar fome e todos sabemos que nos
tempos mais próximos toda esta situação se vai agravar.
Não podemos ficar de braços cruzados.
Sejamos solidários!”

Eu já assinei. 🙂

# 84
Nov 12th, 2010 by M.J. Ferreira

‎”Que o caminho seja brando a teus pés,
O vento sopre leve em teus ombros,
Que o sol brilhe cálido sobre tua face,
As chuvas caiam serenas em teus campos,
E, até que de novo eu te veja,
Que Deus te guarde na palma da Sua mão. ”
(Bênção Irlandesa)

Magusto
Nov 11th, 2010 by M.J. Ferreira

Dia de São Martinho vai-se à adega e prova-se o vinho.

Cuidado com o número de adegas que se visitam… porque senão ainda se adormece a descascar castanhas e a provar o vinho novo que, por ser novo, escorre bem depressa. 🙂

Pois hoje é dia de São Martinho e, por isso, dia de Magusto, uma das festas tradicionais mais populares. Grupos de amigos e famílias juntam-se à volta de uma fogueira onde se assam castanhas ou bolotas para comer, bebe-se a jeropiga, água-pé ou vinho novo, fazem-se brincadeiras, as pessoas enfarruscam-se com as cinzas, cantam-se cantigas.

Para além da fogueira, em muitos locais de trabalho, os colegas organizam-se e cada um “dá” uma coisa para um Magusto informal entre todos. O que não pode faltar é mesmo alegria e camaradagem porque se não há castanhas, há figos secos e nozes, se não há água-pé, há palheto e se não houver jeropiga, há Porto ou Ginja. Também fica bem uma broa e um chouricinho à maneira.

Hoje há jantar à maneira e o nutricionista que feche os olhos ao que eu espero comer ou… então, não me posso esquecer de levar tampões nos ouvidos quando for à consulta. Também, não é sempre que temos um jantar de família com compadres e, por isso, como se costuma dizer: “seja o que Deus quiser; chega-te para cá mulher”.

Olhem… tenham um excelente Magusto e fiquem-se com o Homem das Castanhas, cantado pelo Carlos do Carmo, no velhinho tempo do escudo, porque em euros, a castanha assada não é nada barata: uma dúzia = 2 €. Mas vale a tradição e o cheirinho que elas deitam (as podres e tudo).

# 83
Nov 10th, 2010 by M.J. Ferreira

‎”Há tantos burros a mandar em homens inteligentes que, às vezes, penso que a burrice é uma Ciência.”
(António Aleixo)


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