Oct 25th, 2010 by M.J. Ferreira
Ontem, Domingo, apareceu vinda não se sabe de onde, uma gatinha que miava, miava junto ao meu portão.
É um perigo uma coisa destas acontecer perto de mim, ainda por cima, a gatinha coxeava de uma pata. É um perigo porque adoro animais e, depois, não só gosto muito de gatos, como o meu coração fica mesmo incomodado com os bichinhos desamparados.
No entanto, gatos é um animal proibido em minha casa porque o meu genrinho é alérgico aos ditos cujos. Quando tinha dois gatos e coincidiu com o início do namoro, eu, a sogra, também tive de escolher: genro ou gatos. Escolhi o genro e dei os gatos.
Mas voltando à gatinha desta história, dizia eu que ela não se cansava de miar. Aos Domingos, a minha mãe, regra geral, almoça connosco. Falei na gatinha e ela assim como que mostrou muita pena dela. Aproveitei a deixa e sugeri-lhe adopta-la.
Tive que ir a correr ao supermercado comprar alimentos adequados, areia para as necessidades, coleira de pulguinhas, etc., etc. Depois de saciada a fome, a gatinha enrolou-se no colo da minha mãe e ficou regalada com tanto mimo. O nome escolhido para a bichana é Xaninha e já hoje a visitei e estão felizes as duas.
Isto até parece a sorte grande e a aproximação. Saiu a sorte grande à gatinha e a aproximação à minha mãe.
Mas a Xaninha é muito bonita. Ora vejam:

