Lar doce lar…
Cheguei!
” Alma até Almeida! ” significa coragem, firmeza de ânimo ante o perigo, os reveses, os sofrimentos. Significa, também, de uma forma figurativa constância, perseverança (com que se prossegue no que é difícil de conseguir). Esta expressão tem uma história:
Um sobrinho de Junot foi gravemente ferido. A ordenança tentou conduzi-lo ao hospital mais próximo que era na praça de Almeida, ocupada, está-se a ver pelos franceses em 1807. Sempre que o esforçado tenente desanimava pelo caminho o soldado que o amparava dizia-lhe para o animar: - Alma até Almeida, meu tenente! Se veio a falecer ou não, a história não diz. O que é certo é que a expressão ficou e, primeiro na região, depois em todo o lado, sempre que se queria animar alguém que estava ‘em baixo’ dizia-se-lhe ‘a plenos os pulmões’: - Alma até Almeida!
Por outro lado, também se diz que o castelo de Almeida é hoje um dos marcos da arquitectura militar abaluartada em Portugal. Em muitas ocasiões, foi a coragem da população de Almeida que incutiu alma aos portugueses na defesa da nacionalidade e daí o ditado “Alma até Almeida”.
Hoje, a selecção portuguesa de futebol foi afastada do mundial de futebol e aquilo de que me lembrei foi exactamente da expressão “alma até Almeida”. Isto, porque, foi exactamente no momento de que Hugo Almeida foi substituído que Portugal perdeu a sua alma, a firmeza e constância com que estava no jogo, a perseverança em prosseguir para o alvo da vitória. Tinha alma até Almeida. Ficou sem alma e sem Almeida. Sem alma e sem Almeida a selecção apelidada de “navegadores” afundou-se. Foi sem alma, sem Almeida e sem Capitão que a levasse a bom porto (o capitão, esse menino mimado chamado Cristiano Ronaldo, que não se percebe muito bem porque não foi substituído porque o seu rendimento era extremamente baixo – esteve sempre mais interessado nos seus próprios interesses que a defender os interesses da sua equipa – não se viu no lance da expulsão nem se viu a animar e dar alento a Eduardo quando este chorava desanimado depois de ter sido um dos que não se cansava de mostrar toda a sua garra e firmeza perante os perigos dos ataques contrários, nem se viu com a maturidade que se lhe era exigida a fazer um comentário de capitão no rescaldo do jogo, antes parece que foi o primeiro dos “navegadores” de Queiroz, ou dos primeiros navegadores a querer fugir com o “rabo à seringa”, isto é, às responsabilidades e a saltar para fora do barco).
E pronto, a selecção regressa a casa e eu também. Acabaram-se as mini-férias. Até amanhã.
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Estou no Alentejo! Estamos uma semana a “cuidar” das nossas “velhotas” (quero dizer, a minha mãe e a minha sogra). Trouxemos-las connosco para passarem uns dias de descanso com praia e campo. Embora o tempo não esteja assim tão ensolarado, tem dado para nos “torrarmos” e podermos regressar na próxima quarta-feira com um bronzeado de fazer inveja.
Se por um lado, esta zona do país nos encanta pela sua quietude, também, por outro lado, em termos de tecnologia, o sossego tem sido, igualmente, uma constante. A banda larga funciona como “banda estreita” e é extremamente difícil conseguir uma ligação em condições. Não faz mal. Desde que dê para a partilha diária que me habituei a fazer com todos vocês, já fico satisfeita.
Já sabem que, a par destes registos, tenho uma paixão por fotografia. Deixo-vos hoje com um maravilhoso apontamento da verdadeira filosofia alentejana que me encanta. Nesta terra não há stress. Viva o Alentejo.
Devido à formulação da teoria da relatividade, Einstein (1879-1955) tornou-se mundialmente famoso. Prémio Nobel da Física em 1921, foi eleito em 2009 por 100 físicos de renome o mais memorável físico de todos os tempos. A fama que Albert Einstein granjeou excedeu a de qualquer outro cientista na cultura popular: “Einstein” tornou-se um sinónimo de génio. Ele foi eleito pela revista Time como a “Pessoa do Século”, e a sua face é uma das mais conhecidas em todo o mundo.
É dele a seguinte teoria:
“A Crise
Não pretendamos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”. Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que as soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”. Albert Einstein
Este homem foi um génio!!!!
Verdade, verdadinha. Estava mesmo a precisar desta semaninha de férias.
Vi esta fotografia e não resisti.
Ainda não vos disse mas esta semanita estamos de férias no Alentejo e trouxemos as nossas mães connosco.
Até pareço eu de férias (devo ser a do computador… eheheheheh) a passar férias. Uma autêntica Brigada do Reumático.
Se acha que a sua casa tem pouco espaço, aqui fica uma ideia bem original:
“Nada é tão forte quanto a docilidade e nada é tão dócil quanto a força verdadeira.” Ralph W. Sockman
É um facto que a estatura média dos portugueses tem aumentado desde o século passado, especificamente no pós grandes guerras mundiais. Dizem os especialistas na matéria que uma das causas foi a melhoria dos níveis de vida.
Para a época em que nasci e cresci (não esquecer que sou, não só do século passado mas, também… do milénio passado) até que o meu 1,63m não era nada mau como altura para mulher.
No entanto, no século XXI sou algumas vezes surpreendida com o facto de, afinal, não ser assim tão alta… Uma das coisas que me recorda esse facto é quando me sento e… não chego com os pés ao chão… Pois… Olha, também não faz mal. Balançam-se as perninhas e pronto… fico entretida… se tenho que esperar por alguma coisa.
Pois cá fica o meu exemplo, entretida no balancé-balancé
Se as motas falassem (!?!?!…) o comentário da minha scooter hoje ao passar por carros a alta velocidade e motas a sério seria qualquer coisa como: Nha nha nha nha nha! Eu também ando na auto-estrada!
Pronto. Eu explico. Não pensem que me pus a infringir as regras de trânsito porque as scooters (que são motociclos) estão proibidas de entrar em auto-estradas a par dos peões, animais e veículos que não sejam automóveis.
O que se passou foi o seguinte:
Pois… a scooter viajou na A8 mas… de reboque
Porque é que foi preciso reboque? Pois… é que eu lembrei-me de cair e lá foi a moto para um lado e eu para o outro… (fotografia não disponível )
Pronto… Não se assustem. A moto já está boa e eu também. Uma luxação na mão direita e o joelhito arranhado mas a boa disposição está intacta e só não fui ainda dar mais uma voltinha porque a mão não consegue acelerar… nem travar!!!