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Amanhã já é sábado
Feb 26th, 2010 by M.J. Ferreira

Amanhã já é sábado outra vez. O tempo passa mesmo muito depressa; sobretudo, penso, a partir da década dos 40. É, pois, necessário dar valor a cada dia, a cada instante, a cada pessoa que temos ao nosso lado e a todos que, de alguma forma, se cruzam connosco nesta peregrinação fascinante que se chama vida.
Hoje vamos jantar fora. É um jantar para comemorar o aniversário de um grande amigo nosso. O aniversário que, de certa forma, representa um milagre de vida.

Este amigo, o ano passado sofreu um acidente cerebral, com paragem cardíaca e, após dois longos meses em coma, renasceu para uma graciosa nova existência. Não tem sido fácil “reaprender”, se assim posso dizer, a vida diária consigo próprio. A memória tem-o “atraiçoado” e é necessário dar-lhe constantemente a informação necessária para que ele se identifique com o homem que foi e que continua a ser. Felizmente tem tido a seu lado uma companheira fiel e é bonito ver a cumplicidade e o carinho que demonstram um pelo outro. As filhas, a mãe das filhas e os netos completam este quadro familiar, alargado aos amigos que não deixam de o acarinhar.

Nem sempre são fáceis os relacionamentos mas tudo passa a ser mais acessível quando descobrimos o verbo amar. Amar é um sentimento desprendido de competição, de interesses, de egoísmo, de ciúme. Amar é dar, é libertar, é perdoar, escutar, ouvir, abraçar e apoiar. Amar é generosidade e paciência, lágrimas e risos, partilha e cumplicidade. Amar é confiar e ter esperança. Amar é um presente divino que torna as vidas abençoadas e em paz.

Hoje vamos jantar com o nosso amigo e dar graças pela sua vida. E quando lhe chamo amigo, eu quero dizer, um membro da família que vamos construindo ao longo da nossa existência. Porque os amigos são isso mesmo: família; pessoas com quem nos sentimos bem, com quem podemos ser sinceros, que nos conhecem na adversidade e, num mundo que se faz deserto, o oásis que sacia as nossas faltas.

Felizes daqueles que encontram amigos assim.
Até segunda.

Delicioso “Entretém”
Feb 25th, 2010 by M.J. Ferreira

Hoje estou mesmo numa de culinária :) .
Uma coisa extremamente fácil de executar e que é sempre bem recebida é o “fondue”.
Para uma “entrada”, uma refeição simples com salada, ou apenas como um delicioso “entretém” enquanto se conversa com os amigos, o fondue de queijo é uma solução muito inteligente.
Hoje preparei um, utilizando o preparado da “Tigre” (pode ser adquirido em qualquer grande superfície) de “Genuíno Fondue de queijo suiço” para 2 pessoas (deu para quatro e ainda sobrou) que basta aquecer e servir. Para molhar no queijo, tostas de pão cortados em cubos pequenos ou, os pequenos “Croutons” do Continente com vários sabores(pequenas tostas de pão com vários sabores).
Para acompanhar o Fondue, preparei uma salada com tomates cherry cortados ao meio, cebola em rodelas, queijo de cabra aos cubos, nozes e oregãos, temperada com azeite e vinagre de maçã. Ficou muito agradável.

Almoço de Genrinho
Feb 25th, 2010 by M.J. Ferreira

Hoje o meu genrinho veio fazer-nos companhia ao almoço. Vai daí, a sogrinha esmerou-se nos pratos cozinhados. É por essas e por outras que sou considerada a melhor sogrinha do mundo inteiro e arredores. Para ele, essa figura sinistra e bizarra que o povo tem baptizado de “sogra” nem sequer é uma miragem, quanto mais algo imaginável. Ele não consegue acreditar em sogras como sendo “fardos pesados de carregar” e eu também não tenho nenhum bom exemplo para me “mascarar” de forma tão pejorativa. Portanto, não estou em risco de ser reciclada! :)

Vem tudo isto a propósito do almoço e, como há imenso tempo que não “posto” nenhuma receita, calha mesmo bem porque inventei a sobremesa que provámos e gostámos. Então, o melhor é “registá-la aqui no blog para quando quiser repeti-la. Devo dizer que aproveitei frutas cristalizadas que tinha dos “bolos rei” que consumimos em Dezembro e Janeiro. Tal como o resto do bolo rei foi aproveitado, como oportunamente aqui escrevi, também as frutas que habitualmente estão em cima daquele, tiveram agora a sua utilidade.

Chamei-lhe “Empada Real” e eis como fiz:

1 base de Massa Quebrada fresca (comprada em qualquer grande superfície)
Frutas cristalizadas cortadas em quadrados pequenos e embrulhadas em farinha (mais ao menos 10 colheres de sopa)
Nozes partidas em bocaditos (3 colheres de sopa)
3 colheres de doce de melancia (pode ser usado qualquer outro, ou até mel)
2 colheres de sopa de açucar amarelo)
canela para polvilhar

Retirei a massa da embalagem e estendi-a na bancada da cozinha. No centro espalhei o doce e, por cima deste, coloquei as frutas cristalizadas, as nozes, o açúcar e polvilhei tuco com bastante canela.

De seguida, dobrei as pontas da massa sobre aquele recheio, em forma de empada, e pincelei com uma gema de ovo. Coloquei então a “empada” numa forma para ir ao forno cozer.

Esperei o tempo apenas necessário para a massa ficar cozida e, em cima, o ovo ficar dourado. Retirei e servi depois com natas batidas em chantilly e gelado.

Para quem gosta de frutas cristalizadas é óptimo e muito fácil de fazer.

Base de dados
Feb 24th, 2010 by M.J. Ferreira

No dia de hoje, até à hora em que estou a escrever este post, já nasceram em Portugal 178 bebés e faleceram 184 pessoas. A tendência negativa não é apenas diária;  nota-se, igualmente, para o ano que está a decorrer. Em 2010 faleceram 15.767 pessoas contra 15.296 nascimentos.

Sei também que cada criança do sexo feminino, tem à nascença, uma esperança de vida de 81,7 anos, enquanto o sexo masculino  atinge os 75,5 anos. Todas estas informações são uma pequena amostra  do que está disponível  em contadores na novíssima base de dados sobre a sociedade portuguesa. Os números variam ao longo do dia consoante o número de nascimentos, óbitos, venda de jornais e revistas, despesas públicas com a educação e saúde. A actualização é automática e feita em tempo real.

Esta base de dados permite aos portugueses formar uma opinião crítica e fundamentada sobre a realidade portuguesa, nas mais diversas áreas; pois, para além dos contadores com visualização imediata, abrange praticamente todos os sectores da nossa sociedade e é extremamente fácil de consultar. Vale a pena visitar e, tenho a certeza, vai ser uma ferramenta de extrema utilidade para pesquisas, trabalhos intelectuais, cultura geral, projecções, estudos económico-financeiros, etc.

Disponível em www.pordata.pt (pode abrir, clicando em cima do nome).
Disponível também neste blog, com o nome Base de Dados, na coluna da esquerda, em Utilidades” .

Mais uma cabazada
Feb 23rd, 2010 by M.J. Ferreira

Estou mesmo cansada. Acabei de chegar da hidro-ginástica que habitualmente pratico às Terças e Quintas-feiras. Quer dizer… desde que não haja um jogo do meu Benfica à mesma hora. É exactamente por isso que estou cansada. A semana passada não fui uma vez (por causa do jogo na Alemanha, claro) e hoje os exercícios que eram um pouco “puxadotes” puxaram o resto da energia que ainda sobrou de ter assistido à eliminatória do meu Benfica e ter efusivamente festejado quatro “golões”.

Hoje foi mais uma cabazada daquelas que nos enche de orgulho e responde da melhor maneira, através duma vitória vigorosa e indiscutível, às más línguas que andam por aí a falar do Benfica e de uma equipa cansada e sem frescura física.

Durante o dia tinha prometido que se o Benfica ganhasse levava o cachecol para a piscina com o fato de banho e por isso lá fui eu agitando bem no ar as cores do maior clube do planeta e que hoje se tornou o 10º clube do mundo a atingir as 150 vitórias nas taças europeias de futebol.

Solidariedade
Feb 22nd, 2010 by M.J. Ferreira

Solidariedade foi uma das palavras que mais ouvi no Sábado e Domingo à medida que se ia conhecendo a tragédia que se abateu sobre a Madeira.

Imagens que ainda hoje mostram um cenário dantesco dão conta de rios de lama, estradas que se transformam em pedreiras, enxurradas com uma força brutal que arrastam tudo consigo, tornando  irreconhecível a Pérola do Atlântico. Testemunhos na primeira pessoa revelam a angústia, a mágoa, muitas lágrimas, muitas dores, famílias desmembradas de alguns dos seus membros, casas que ruíram, o choque pela perda de familiares, amigos e conhecidos, o medo das chuvadas que continuam. Os feridos ainda não pararam, o número dos que pereceram ainda tem uma totalidade desconhecida, a economia está devastada.

Os meios audio visuais dão-nos uma dimensão da desgraça que se vai conhecendo melhor à medida que se limpa, que se desentulha, que se reformam e reorganizam as comunicações, os enterros, a assistência aos vivos.

Persiste a esperança e o relato de milagres que enxuga o cansaço e motiva à reedificação daquilo que a natureza, por um lado, e a mão do homem, pelo outro, destruiu em poucas horas.

A hora é de trabalho duro, de solidariedade sem tréguas, de oração e fé;  porque os vivos precisam ser protegidos , amparados, ajudados a ficar de pé novamente. A hora é de perceber o que aconteceu, os erros que contribuíram para aumentar o risco, os danos que foram causados e o que causaram;  honestamente tudo avaliar, restabelecendo a ordem, os serviços, o comércio, as escolas, a administração e a vida de muitas vidas intensamente abanadas.

Solidariedade não pode ser uma palavra vã. Um pouco da nossa Pátria foi brutalmente maltratada. Não diz respeito só a uns, diz respeito a todos nós portugueses contribuir, da forma que melhor se adequar a cada um, para que a normalidade dos nossos compatriotas volte rapidamente a ser de confiança no futuro, um futuro edificado com a tenacidade sóbria das decisões tomadas com sabedoria, que não esquecem os erros que têm de ser eliminados na construção de um futuro ao nível de uma pérola; da Pérola do Atlântico.

Não podemos desperdiçar o que somos e o que temos. Somos Povo, temos Compaixão, Fé,  Resiliência e Solidariedade. As adversidades tornam-nos Um e superamo-las unidos.

Algumas formas de se poder ajudar a Madeira (clicar em cima da frase)

Tenham um bom fim-de-semana!
Feb 19th, 2010 by M.J. Ferreira

Que bom! A sexta feira esta semana chegou tão depressa. É o que faz ter um dia de descanso pelo meio.

Amanhã vou animar uma festa de crianças. A indumentária já está à espera e fica-me “a matar”. Quer dizer, mesmo de acordo com o meu humor “bem humorado”, danado para a brincadeira. Vou ser um palhaço e hoje ainda tenho que ir “moldar” uns balõezitos para oferecer amanhã aos petizes.

Vou-me “estrear” nas pinturas faciais e vamos lá ver se as criancinhas não ficam pequenos “monstrinhos”. Espero que não! :)

Entretanto, já estou a “magicar” a decoração das mesas que vai ser bastante diferente das que tenho feito ultimamente. Vamos lá ver se ao menos não chove muito para o palhaço fazer palhaçadas e as crianças se divertirem.

Entretanto, porque nem todos são palhaços ao fim de semana, espero sinceramente que se possam igualmente divertir e passar um óptimo tempo em família.

Até segunda-feira e, assim a jeito de ensaio, juntem-se a mim, e cantem também todos bem animados: Doidas, doidas, doidas, andam as galinhas….

Carreira Diplomática
Feb 18th, 2010 by M.J. Ferreira

Quando se fala do sistema de ensino em Portugal e se está ou esteve a ele ligado nos últimos anos, não parecem restar muitas dúvidas sobre a sua (fraca) qualidade. Eu costumo mesmo dizer que Portugal, desde Abril de 74, deixou de ser um país de analfabetos para passar a ser um país de analfabrutos. Claro que há honrosas excepções. Mas é uma verdade incontornável que, escrever Português de forma clara e sem erros, é difícil de encontrar entre jovens e universitários. A simples Aritmética e cálculo mental são substituídos, naquelas camadas da população, pelas calculadoras dos telemóveis e quando se fala da História (nem falo em termos mundiais, mas a nossa História de Portugal) já se escreveram vários livros de comédia com respostas dadas nos testes da disciplina.

Vem tudo isto a propósito de terem havido testes para o ingresso na carreira diplomática. Ora a carreira diplomática, se não estou em erro,  integra as categorias de Embaixador, Ministro plenipotenciário, Conselheiro de embaixada, Secretário de embaixada e Adido de embaixada. De acordo com o estatuto da carreira diplomática, entre outras funções, compete aos funcionários diplomáticos a execução da política externa do Estado, a defesa dos seus interesses no plano internacional e a protecção, no estrangeiro, dos direitos dos cidadãos portugueses. Uma carreira com enormes responsabilidades.

Pois, calcule-se que mais de 700 dos 1180 candidatos a diplomatas chumbaram nos testes de português. As provas são conhecidas pela sua exigência, mas é o próprio presidente da Associação Sindical dos Diplomatas, de acordo com a revista Sábado e o semanário Sol online, que denuncia a falta de cultura geral dos examinados.

Pois parece que para alguns dos examinados no concurso de ingresso na carreira diplomática, D. João V foi um dos reis da época dos Descobrimentos. Se ficou de boca aberta e admirado(a) com esta resposta, pois fique a saber que  ainda há mais. Dizem, também, os candidatos que no início do século XIX, a família real portuguesa fugiu para o Brasil a bordo de embarcações britânicas e o primeiro-ministro após o 25 de Abril foi Marcelo Caetano.

Toda esta despudorada obra-prima da perfeição em termos intelectuais e culturais foi o que três embaixadores de carreira ouviram nas entrevistas que efectuaram às novas gerações que um dia os vão substituir. Calculo o quanto terão ficado extasiados pela delicadeza admirável de conhecimentos revelada pelos futuros representantes do Estado.

De acordo com o mesmo semanário, Tadeu Soares, presidente da Associação Sindical dos Diplomatas, terá acrescentado que “houve ainda quem não soubesse indicar três escritores de língua portuguesa do século XX, ou três pintores.”

Por tudo isto, mesmo os 30 finalistas rigorosamente escolhidos deverão agora ter aulas sobre diversas matérias, nomeadamente ligadas à cultura portuguesa.

The Voca People
Feb 18th, 2010 by M.J. Ferreira

O som puro de vozes humanas, sem instrumentos musicais ou efeitos de qualquer espécie.
Muito, muito bom! No Auditório Oceanos, do Casino de Lisboa, de 2 a 14 de Março.
Em directo: The Voca People:

Em vez de petição… Acção!!!!
Feb 17th, 2010 by M.J. Ferreira

Os dias de descanso a meio da semana dão-me  uma falsa perspectiva sobre o dia em que estou realmente. Hoje devia ser Domingo…

Estes dias, foram óptimos embora um pouco trabalhosos. Aproveitei para ir até ao Alentejo onde a família costuma fazer campismo para “limpar” o alvéolo onde estamos instalados, um pouco mais de acordo com os novos regulamentos do Parque. Há que mudar algumas coisas que tínhamos instaladas e não me serve de nada esperar que todos façam para eu fazer igualmente. Felizmente não choveu o que foi mesmo bom para poder desmanchar o que estava a mais e começar a fazer as limpezas, isto é, tirar as aranhas do lugar onde se instalaram, lavar a caravana que ostenta algumas “granadas” de pássaro, retirar ervinhas antes que se transformem num matagal, varrer as intermináveis agulhas dos pinheiros caídas em cima de tudo, entre outras coisas. Quem é amante do campismo sabe bem do que estou a falar.

Regressada à “civilização”, o trabalho é outro mas a verdade é que adoro o que faço e, de uma maneira geral, organizei o meu tempo e a minha mente para “caberem” em cada dia todas as coisas, tendo tido o cuidado de deixar “algum espaço” para os imprevistos que não se conseguem controlar. Essa atitude torna tudo mais fácil e simples.

Ainda hoje vi na Net uma petição para o Dia Nacional de Prevenção e Combate ao Stress pois “há quem passe a vida stressado e são precisas “armas” para combater essa epidemia.”  A ideia é a de que, pelo menos num dia do ano, se fale do stress como uma epidemia que afecta todas as esferas da vida de cada pessoa.

Pessoalmente penso que seria mais proveitoso aprendermos a ter uma consciência honesta de nós próprios, das nossas capacidades e das nossas limitações e agirmos de acordo com isso mesmo.  Penso que se aprendêssemos a estar satisfeitos com o que temos e soubéssemos usar a nosso favor as situações desfavoráveis, o stress seria muito menor. Julgo que se nos livrássemos de uma série de generalidades, “culpas”, esteriótipos e paradigmas que não nos levam a lado nenhum, seria bastante provável que simplificássemos a nossa vida e ampliássemos uma perspectiva positiva para o nosso tempo e relacionamentos. Tenho poucas dúvidas que se mantivermos níveis de comunicação sem ruídos, poderemos ficar bastante mais alegres, satisfeitos e realizados.

Mais que um dia para perceber que “o stress é uma epidemia” é consciencializarmo-nos que não somos super-heróis e não temos a solução para tudo nem a capacidade para “salvarmos” pessoas ou situações. Agir de forma consciente e profundamente honesta connosco próprios, penso, que  pode ajudar a prevenir esta epidemia não só num dia especial mas em cada dia, pois, todos os dias, desde manhã até à noite somos confrontados, ou com situações rotineiras, ou outras que não estávamos à espera. Debatemo-nos com percalços, desafios e problemas que preferiríamos não ter de enfrentar. Umas vezes rimos, outras choramos e às vezes “engolimos sapos”.

Portanto, seja qual for o conjunto de perturbações orgânicas ou psíquicas, provocadas pelos vários estímulos ou agentes agressores que estão diariamente no nosso caminho, o nosso stress pode ser bastante reduzido se antes de tudo nos conhecermos e aprendermos a compreender a forma como lidamos com as coisas, como reagimos emocional ou caracterologicamente a cada situação. Perceber o que faz aumentar os nossos níveis de irritabilidade, de hostilidade, de frustração, de fúria, de agressividade ou indiferença para com a auto-imagem.

Em vez de nos queixarmos constantemente e andarmos frustrados, não esperemos que esta petição seja discutida e implementada e, desde já,  tenhamos a coragem de dar o primeiro passo: identificar as causas que aumentam as nossas “hormonas do maldito stress”.
Se começarmos por aí, certamente seremos capazes de mudar para uma atitude mais positiva e dinâmica frente à vida. Depois, seria útil aprendermos a ter uma alimentação saudável, conseguir praticar uma actividade física regular, planear melhor os dias e os horários, aumentar a nossa capacidade de adaptação, aprender a lidar com os medos e enfrentar a vida com entusiasmo e boa disposição.

Em vez de petição, vamos mas é à acção!


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